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Archive for Novembro, 2012

Com vontade de ir abanar o capacete

😀

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(Há coisas que nunca mudam. A literatura de retrete persiste, e continua em alguns casos, a ter muita piada :D)

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Minimalismos

Podiam ser verdes os olhos da Esperança.
Mas não. São castanhos.

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Perguntinha

Em que momento da existência da nossa vida colectiva deixou de ser falta de educação:

– Falar com a boca cheia?
– Mastigar com a boca aberta?
– Apontar para pessoas e objectos de dedo em riste?
– Bocejar de forma sonora e boçal?
– Interromper os outros quando estão a falar?
– Etc. e tal???

(Conseguem conceber a possibilidade destas características reunidas numa só pessoa?)

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Coisas da net (ou das visões realistas)

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Coisas da net (ou das visões optimistas)

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Época de reclusão (de novo) à vista…

 

Tenho andado um bocado preguiçosa…

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Sobre o sacana do amor

Muita gente me atazana o meu pacífico e inocente espírito, sempre situado em distantes paragens, com estas coisas do amor. Regra geral para me confrontar com um apregoado distanciamento e factual frieza face à problemática do tal do amor.

Eu aproveito logo a boleia destas declarações para me safar de imediato das difíceis questões: “É mesmo isso. Não tenho nada a dizer sobre o assunto. Vire-se a página. Next!”

Claro que, como banal e mortal ser que sou, já caí umas vezes nas rasteiras do sacana. Por isso já andei com passarinhos verdes a esvoaçar em animada agitação por esse horizonte fora, borboletas na barriga, estupidificante e exagerado sentido de humor, jantares, luz das velas, play list adequada, um bom vinho, um… bem, chega. Estão a ver o filme, certo?

Também por isso, já andei pateticamente a suspirar pela amargura da não correspondência, pelo vazio da ausência unilateralmente decretada, pela perda, pelo ego ferido, play list adequada, um bom vinho, um… bem: e não é que isto, tirando um ou outro pormaior ou menor, acaba quase da mesma maneira?

Portanto, ou por tão pouco, acho que o amor serve muito mais para amar do que para se falar sobre ele. Amamos porque queremos ser amados. Amamos os outros na exacta medida que nos amamos a nós próprios. O amor é interesseiro e egoísta.

Posto isto, não acho que o amor possa ser demais ou de menos. Quando a coisa se coloca nestes termos acho que o que temos é uma degenerência do sentimento. Se nos faz mal já não é amor. A penúria só termina quando o percebemos. Vire-se a página. Next!

E pronto: é isto!

(Tenho aqui um pressentimento que este post me vai sair muito caro. ahahahahah)

 

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Postas suscitadas II

E um contributo para a questão desta outra menina. 🙂

(Dada a minha incompetência conhecida e reconhecida sobre a matéria, tive que me socorrer de um teórico com cátedra. Muita atenção ao soneto do Vinicius. E a Maria Creuza? Oh que voz tem a Maria Creuza!!!!)

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Postas suscitadas

Para esta menina:

Dos tempos dos ritmos e das percussões 😀

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