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Archive for Fevereiro, 2013

Humptf…

E eu que andava cheia de saudades da chuva…

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…  It Might As Well Be Spring interpretado pela Sarah Vaughan!

Foi a minha professora da 4.ª classe.

Como está bom de ver, era uma coisa perfeitamente inocente e inconsciente mas muito sentida. Tinha-lhe uma dedicação total. Nas férias, na aldeia onde eu vivia na altura, a professora abria a escola para tratar lá dos assuntos administrativos e coisas desse género. E eu lá ia ter com ela à minha sala, desprezando por completo as outras brincadeiras. Andamos uns dias a organizar a biblioteca e aprendi imenso com ela. Foi nessa altura que comecei a gostar de livros. Depois de ter saído da minha aldeia cheguei-lhe a escrever e tudo. A contar-lhe que me tinha ido embora, não fosse ela dar pela minha falta e não saber onde eu estava, o que seria uma verdadeira tragédia! (ahahahahaha).

E ela respondeu-me. Uma carta muito simpática que guardo comigo. 🙂

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os amores da minha vida

Eu já andava com esta aqui engatilhada que me surgiu quando escrevia este post. (Podem não estar a ver a ligação, mas ela existe. Garanto-vos.)

E hoje é dia de S. Valentim e por isso vem mesmo a calhar! Vou aqui iniciar uma série de post’s que se chamarão “Se o [ # ] amor da minha vida fosse uma música seria…”

Nesta categoria de amores da minha vida integram-se várias mulheres entre as quais, algumas que gostei assolapadamente, outras que me marcaram no meu percurso e que por isso também amei, amores mais platónicos, outros idealizados, inocentes, enfim, amores assim entendidos serão mulheres que desempenharam um papel importante no meu percurso emocional. São muitas. Tenho um coração grande!

E nunca se sabe se no decorrer da apresentação da série não surgirá mais algum. O primeiro de todos segue dentro de momentos.

😀

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Fox News Doesn’t fact check

eheheheheh!

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Há dias assim :)

Melhor que isto:

Ex-secretário de Estado manda fisco “tomar no cu”.

Só mesmo isto:

Miguel Relvas “respeita” o “tomar no cu” de José Viegas.

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Do Papa (mais uma vez)…

Anda por aí uma grande converseta à volta do Papa e da sua resignação. Este blog, ele próprio, e embora com expressa ironia, não lhe escapou.
Como declaração inicial de interesses devo desde já afirmar que não professo do catolicismo nem de qualquer outra religião.
Voltando ao blá blá blá, tenho visto por aí gente muito entusiasmada, ora a reconhecer e a comentar a alegada nobreza do gesto, ora a considerar mais um sem número de coisas. Dentro desse sem número de coisas situam-se também os comentários menos abonatórios para o Papa, em particular, e para a ICAR, em geral. E são a esses que eu gostava de dedicar especial atenção nesta breve reflexão. Vindo eles, na maior parte dos casos, de pessoas declaradamente ‘fora da igreja’, não faltam as recordatórias sobre a política da ICAR a propósito da utilização dos métodos contraceptivos, da interrupção voluntária da gravidez, e, claro, da temática LGBT, isto para falar apenas nos mais frequentes. Vestes rasgadas por esses caracteres fora se têm visto por aí.
E eu não deixo de ficar com um certo sentimento de estranheza. Estarão à espera que alguma vez, ou pelo menos do ponto de vista imediato, que a Igreja ou através de si, o Papa, venha a alterar a sua posição, assumidamente secular e doutrinária na qual assenta a sua própria identidade? Que renuncie aos dogmas fundadores?
A segunda questão, e esta mais profunda, prende-se com o seguinte: ao bradar pelos céus fora, não estarão de alguma forma a atribuir uma importância à instituição que renegam todos os dias? Conferindo-lhe e reconhecendo-lhe, pelo menos do ponto de vista simbólico, um poder que contestam e alguns mesmo combatem?
A mim causa-me estranheza este combate fora da arena. Esses assuntos da ICAR que fique a ICAR com eles. Desperdício de fel expelido. A eles o que é deles. A nossa luta é cá fora.

Adenda: A contestação legitima o contestado. Sempre que contesta, o contestatário reconhece ao contestado o poder de ser promotor da mudança que reivindica. Ora no caso, não me parece que sejam bem esses os objectivos dos que bramem.

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É certo e sabido…

… uma pessoa acende um cigarro e o autocarro aparece!

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