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Archive for Dezembro, 2013

não… parece que não…

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Co-adopção já e para todxs

Tenho para mim que a Política serve para resolver os problemas da Polis. E a Polis é este projecto colectivo em que nós, individualmente consideradxs, acompanhadxs pelas nossas circunstâncias, nos encontramos envolvidxs, caminho que dia após dia trilhamos juntxs, construção permanente, demanda civilizacional.

E aquilo que xs senhores deputadxs têm para decidir é tão simples. Tratam-se de famílias reais, cada uma com as suas circunstâncias. Iguais a todas as outras e separadas por uma barreira legislativa que pode simplesmente destruir os seus sonhos.

Deixo-vos esta história de uma dessas famílias.

LER AQUI.

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Faz todo o sentido

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Apanhei esta hoje no facebook.

Não sei se a Frida disse mesmo isto. Estas coisas que apanhamos na net têm os seus riscos, mas que faz todo o sentido para mim faz.

E que serve que nem uma luva para o dia de hoje também.

 

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… Beatriz, interpretada pela Maria João.

 

Quiseste conhecer-me. Fizeste uma birra para me conhecer. Uma fita interminável e divertida a que assisti durante alguns dias com um sentimento meio egoísta de deleite, confesso…

Acedi finalmente. Querias beber um café num sítio qualquer, a uma hora qualquer, num dia qualquer. Era tua forma de te defenderes.

Disse-te que não. Que não aceitava conhecer-te assim. Que me tinha custado tomar a decisão de me encontrar contigo e que ou atribuíamos a devida importância ao acto ou para mim deixaria de valer a pena. Coloquei a bola do teu lado. Convidei-te para jantar. Escolhi o restaurante, reservei a mesa e marquei a hora. Agora era contigo: ou vinhas ou não.

Vieste. Surgiste-me naquela noite tímida e nervosa. O gelo quebrou-se com toda a naturalidade passados poucos minutos. Conversamos docemente das nossas vidas, das nossas coisas, pela noite fora.

Não me esqueço igualmente do nosso segundo encontro. O nervosismo não te passou. Foste-me buscar a casa e no momento em que entrei no teu carro deixaste-o ir a baixo. Rimo-nos muito na altura, e ainda nos rimos por causa disso. Continuamos a rirmo-nos muito.

Conquistaste-me com a tua simplicidade, inocência, doçura e sinceridade. É tudo tão fácil quando não complicamos. E nós nunca complicámos. Nem mesmo quando o nosso relacionamento mais íntimo terminou.

Continuas no meu coração. Naquele local onde um dia me segredaste ao ouvido estares a construir um castelo. Ficarás lá para sempre. O lugar é teu.

 

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Ideias perigosas…

Captura de ecrã 2013-12-2, às 18.17.07

 

 

 

 

 

 

(e agora vamos ver quanto tempo vão demorar a apanhar os estilhaços)

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Bom domingo…

… e bom passeio.

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